VTEX FastStore
Storefront composable oficial da VTEX, Next.js + GraphQL, otimizado para Core Web Vitals.
Composable commerce combina os melhores serviços de cada categoria — catálogo, busca, CMS, pagamento, checkout, frontend — em uma arquitetura API-first. A CCX Company desenha e entrega stacks MACH prontos para escalar no varejo brasileiro e latino-americano.
MACH
Alliance-aligned
15+
Projetos composable
30%
Redução TCO médio
99.95%
SLA storefront
MACH é mais do que buzzword: é um conjunto de princípios que separa o que é commerce moderno do commerce monolítico tradicional. Cada pilar resolve uma dor real de operações enterprise.
Cada funcionalidade (catálogo, carrinho, busca, checkout) roda como serviço independente, com deploy e escalabilidade próprios.
Toda capability é entregue primeiro como contrato de API pública, versionada e testável — UI vem depois, como consumidor.
SaaS multi-tenant, elástico, com SLAs claros. Sem infraestrutura legada, sem janelas de manutenção longas.
Frontend totalmente desacoplado do backend. Storefront web, mobile, PWA, POS e IoT consomem a mesma camada de APIs.
Composable não é para todo mundo. Mas, quando vale, os retornos em agilidade, TCO e experiência de cliente aparecem em até 12 meses.
Storefront composable oficial da VTEX, Next.js + GraphQL, otimizado para Core Web Vitals.
Commerce engine API-first líder no Gartner, com forte presença enterprise e extensibilidade.
Search-as-a-service com ranking semântico, merchandising e relevância ajustável em tempo real.
Pagamento global com APIs robustas, suporte PIX, recorrência e PSD2-compliant.
CMS headless para conteúdo rico, landing pages e experimentação multivariada.
Nosso content & pages management system que conecta stack composable ao ciclo de marketing.
Grupo com 4+ marcas compartilhando catálogo, pagamento e CMS via camada composable, mas com storefronts 100% independentes e frontend por brand.
Operação B2B com cotação, contrato, tabelas negociadas e punchout, usando commercetools como engine e FastStore para frontend self-service.
Arquitetura composable que combina sellers, 1P e 3P, com motor de fulfillment próprio, busca Algolia e integração SAP para financeiro.
Adotar MACH não é trocar um vendor por outro, é mudar a forma como o commerce é arquitetado. Microservices obrigam o time a pensar em contratos, idempotência, eventos e consistência eventual. API-first significa que o design do produto começa pelo contrato, não pela tela. Cloud-native pressupõe SaaS elástico com SLA publicado. Headless implica múltiplos frontends, do mobile ao POS, consumindo a mesma camada. A CCX Company parte desses princípios para desenhar a stack, não como checklist, mas como regra de ouro que orienta cada decisão — de escolha de vendor à topologia de deploy.
Composable não é bala de prata. A troca do monolito por múltiplos serviços aumenta a complexidade operacional: contratos de API precisam ser versionados, falhas precisam ser tratadas em cada ponto de integração, observabilidade vira pré-requisito, não nice-to-have. Times precisam evoluir em DevOps, SRE e API design. Para operações menores ou com baixa maturidade técnica, um monolito moderno (como VTEX all-in-one ou Shopify Plus) costuma entregar mais valor por real investido. A CCX é transparente nesse diagnóstico: recomendamos composable quando o ROI é claro, e desaconselhamos quando não é.
Um erro comum é comparar composable x monolito só pelo primeiro ano. No CapEx inicial, composable quase sempre é mais caro: mais integrações, mais treinamento, mais ferramental. Mas o OpEx se reorganiza: licenças proporcionais ao uso, capability trocável sem replatform, evolução incremental sem big-bang. Em 3-5 anos, operações composable maduras tendem a operar 20-40% mais baratas do que o equivalente monolítico, com muito mais agilidade. A CCX ajuda a modelar TCO realista considerando licenças, time interno, fornecedores, infraestrutura e custo de oportunidade do time-to-market.
A arquitetura composable exige um time que entenda frontend moderno (Next.js, React, GraphQL), backend distribuído (Node, serverless, event-driven) e DevOps (CI/CD, IaC, observabilidade). Nem toda empresa tem esse perfil in-house. A CCX oferece modelos flexíveis: squad full-stack dedicado para implementação e sustentação, advisory técnico para times internos, ou modelo híbrido com transferência progressiva de conhecimento. O objetivo final é deixar a operação do cliente autônoma, com a CCX disponível para evoluções e temas mais complexos.
Composable commerce é uma abordagem arquitetural que monta a plataforma de e-commerce combinando serviços independentes best-of-breed — catálogo, carrinho, busca, checkout, pagamento, CMS — conectados via APIs. Difere do modelo monolítico porque cada capability pode ser trocada, escalada e evoluída separadamente.
Headless separa frontend de backend dentro de uma única plataforma de commerce. Composable vai além: fragmenta o próprio backend em múltiplos serviços especializados (commerce engine, search, CMS, pagamento), orquestrados por APIs e eventos. Todo composable é headless, mas nem todo headless é composable.
MACH é um acrônimo que define quatro princípios: Microservices (funcionalidades independentes), API-first (toda capability exposta via API), Cloud-native (SaaS escalável) e Headless (frontend desacoplado). A MACH Alliance reúne vendors como commercetools, Contentful, Algolia, Stripe e Vercel.
Geralmente quando o monolito atual limita time-to-market, a operação exige múltiplas marcas/países/canais, ou quando custo total de propriedade do all-in-one fica alto. Operações com GMV acima de R$ 50 milhões/ano e equipes de engenharia in-house costumam colher mais valor do modelo composable.
No curto prazo, implementação composable tende a custar mais em projeto inicial e ferramental. No médio/longo prazo, o TCO cai: licenças menores, independência de vendor, evolução incremental e menos retrabalho. A decisão deve considerar 3-5 anos, não o primeiro ano.
Sim. Somos parceiros VTEX com foco em FastStore (o stack composable oficial da VTEX) e também entregamos projetos com commercetools, Shopify Hydrogen e Salesforce Composable Storefront. A escolha do engine depende do contexto de cada cliente.
Uma operação composable saudável pede algum nível de maturidade técnica. Pode ser time interno, squad dedicada da CCX ou modelo híbrido. O importante é ter capacidade de gerir contratos de API, observabilidade e deploy contínuo — não precisa ser time enorme, mas precisa existir.
Sim. O padrão Strangler Fig permite substituir partes do monolito aos poucos: começa pelo frontend (headless), depois extrai busca, depois CMS, depois checkout. A CCX desenha roadmaps de 12-24 meses que entregam valor a cada trimestre sem big-bang.
Em duas sessões técnicas desenhamos uma proposta de arquitetura MACH com trade-offs, vendors e roadmap incremental para sua operação.
+55 (11) 2427-6839 • [email protected]